quarta-feira, 30 de março de 2011

Fusos horários

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As zonas horárias ou fusos horários são cada uma das vinte e quatro áreas em que se divide a Terra e que seguem a mesma definição de tempo. O termo fuso denomina a porção de superfície esférica compreendida entre dois semiplanos que partem de um diâmetro da esfera, assemelhando-se à superfície externa de um gomo de laranja. Anteriormente, por volta de 1300 ou já antes, usavam-se o tempo solar aparente, passagem meridiana do sol, de forma que a hora do meio-dia se diferenciava de uma cidade para outra. Os fusos horários corrigiram em parte o problema ao colocar os relógios de cada região no mesmo tempo solar médio.


A linha internacional da data:



A "LID" - Linha Internacional da Data é o marco imaginário que indica onde um dia acaba e onde começa o seguinte. Definida no final do século XIX, ela passa pelo oceano Pacífico e corresponde, aproximadamente ao antimeridiano de Greenwich, situado a 180 graus do meridiano inicial. Por convenção internacional, a LID determina a mudança de data civil na Terra. O horário na faixa de fuso em que a linha está situada é o mesmo, tanto de um lado como do outro da linha. No entanto, a parte leste da LID (o lado direito, se olharmos para um mapa com o norte na parte de cima), situada no hemisfério Oeste (ocidental), tem um dia a menos em relação à parte Oeste (o lado esquerdo), situada no hemisfério Leste (Oriental).

Toda a embarcação que cruza a LID no sentido leste-oeste perde um dia: por exemplo, da tarde de sábado passa à tarde de domingo. Já uma embarcação que cruza no sentido Oeste-Leste ganha um dia, pois da manhã de Domingo, por exemplo, passa para a manhã de Sábado.

Outra observação curiosa: se viajarmos para oeste e dermos uma volta completa ao redor da Terra, "perderemos" um dia, pois estaremos caminhando contra o sentido do movimento de rotação; nesse caso, os dias são mais longos. Na situação oposta, se circundarmos a Terra no sentido Leste "ganharemos" um dia, pois estaremos viajando no mesmo sentido do movimento de rotação da Terra: de Oeste para Leste.

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Retirado daqui:

quarta-feira, 16 de março de 2011

Terremoto do Japão conseguiu deslocar o eixo da Terra

Por ter grande parte de suas ilhas localizadas no encontro entre as placas tectônicas da Ásia e do Pacífico, o Japão sofre constantes abalos sísmicos. Entretanto nenhum pode ser comparado ao terremoto que devastou o país na última sexta-feira, 11. O tremor de 8,9 (atualmente classificado como 9) graus de magnitude na escala Richter ocorreu dentro do mar e teve o impacto de 27 bombas atômicas, segundo informações do Observatório Sismológico da Universidade de Brasília. Como resultado originou um Tsunami com ondas que chegavam a 10 metros.


Terremoto do Japão conseguiu deslocar o eixo da Terra

O estudo preliminar realizado pelo Instituto de Geofísica e Vulcanologia da Itália explica que o impacto deste tremor sobre o eixo terrestre é o segundo maior da história, ficando atrás apenas do abalo gerado pelo terremoto que atingiu o Chile. De acordo com as informações mais recentes, o tremor deslocou o eixo de rotação da terra em aproximadamente 10 centímetros. Isto significa que o movimento de rotação foi acelerado em 1,6 microssegundos.



O terremoto do Japão provocou um deslocamento da massa interior do nosso planeta e mudou levemente sua distribuição. Alterando assim, a posição do eixo imaginário ao redor do qual a terra gira e influenciando na duração dos dias e das estações do ano. De acordo com os especialistas são variações muito pequenas, menores que bilionésimos de segundas no dia.

O epicentro do terremoto foi localizado a cerca de 370 quilômetros do noroeste de Tóquio e causou danos também na estrutura geológica do país, onde várias regiões foram afundadas e se encontram abaixo do nível do mar. Segundo os estudiosos tremores nestas proporções podem gerar outros terremotos secundários.

Observação: As últimas informações da imprensa internacional afirmam que a placa tectônica na qual ocorreu o abalo sofreu distanciamento de 20 metros e partes do Japão foi afundado em 75 centímetros, ficando em alguns locais abaixo do nível do mar.

Esta notícia foi publicada em 14/03/2011 no sítio Jornal Ciência. Todas as informações nela contida são de responsabilidade do autor.

sexta-feira, 18 de fevereiro de 2011

Primeira Guerra

Lista de filmes sobre a primeira guerra:



(Só assisti Flyboys e recomendo).


Novas armas


Trincheira da primeira guerra

Tanque de guerra da primeira guerra

Europa na Primeira Guerra

Europa após a Primeira Guerra Mundial